Lucy – Resenha

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O que aconteceria se alguém fosse capaz de controlar 100% de sua atividade cerebral?

Oi galerinha… Hoje eu ia postar a sequência da minha resenha sobre a série Cinquenta Tons de Cinza, mas depois de ter visto Lucy no cinema, não consegui me conter e vim compartilhar a minha experiência com ele. Críticas, opiniões contrárias ou concordantes serão sempre bem-vindas aos comentários!

A temática central do filme é algo que realmente me atrai – Ficção Científica – e ao contrário da minha experiência traumatizante com Transcendence,  Lucy acariciou com meiguice a minha curiosidade.

É bem exagerado, não nego, embora nada se saiba realmente sobre o que aconteceria com os seres humanos caso fossemos capazes de usar mais de nosso cérebro além do que somos acostumados.

lucy-estrelado-por-scarlett-johansson-divulgacaoSeria realmente formidável, aos meus olhos, mudar de corpo, de cor de cabelos, ter o controle da dor, dos órgãos. Conseguir sentir cada um se seus filamentos musculares, seus nervos e sangue funcionando, além de sentir também nas outras pessoas.

Também confesso que achei muito legal a possibilidade de estar conectada à tecnologia, as redes telefônicas, entender as fibras ópticas, observá-las profundamente e ler numa velocidade alucinante – o que me adiantaria bastante as metas de leitura.

lucy_18-650x400Mas como tudo o que é bom tem também seu lado negativo, como seria a vida de uma pessoa assim? Quais as dificuldades que alguém capaz de usar míseros 20% de sua capacidade cerebral enfrentaria?

É isto o que Lucy explica, ou tenta, em um filme cheio de ação, tiroteio, sangue e tecnologia – muitos dos meus elementos preferidos em filmes, talvez por isto tenha gostado dele.

>>>PODE CONTER SPOILER!<<<

154_2Brevemente falando sobre o filme, Lucy tem roteiro e direção de Luc Besson (Nikita, Táxi, Taken 2) e é estrelado por uma das minhas atrizes preferidas na atualidade, Scarlett Johansson (A Ilha, Dália Negra, O Diário de Uma Babá, Os Vingadores, Capitão América), que pra mim, estava fantástica neste filme.

Tudo começa com uma jovem normal, assim como eu, você, sua namorada ou irmã, ou qualquer garota que conheça caso você seja um garoto, que se mete em um assunto perigoso graças a um ficante idiota.

lucy_luc_besson_review_filme_03Metida com o tráfico de drogas coreano, Lucy se vê transportada da normalidade a uma contrabandista de droga (sim, ela é pega por esses bandidos e eles colocam 1 kg de uma nova droga em seu abdome e de mais três rapazes para que sejam entregues aos devidos clientes).

O problema é que um dos capangas tenta estuprá-la, e na tentativa de se defender, ela o morde, liberando a ira do japa que a bate e faz com que a bolsa de droga se rompa em seu interior, sendo liberada diretamente em sua corrente sanguínea.

lucy (1)De acordo com o trailer, eu imaginava que ela adquiria super poderes, mas tudo o que acontece com Lucy desde então é única e exclusivamente controle cerebral.

Depois disto, Lucy começa uma verdadeira corrida contra o tempo em busca dos outros três pacotes da droga para, assim, poder atingir sua capacidade cerebral de 100% e conseguir compreender tudo o que nos cerca, o que está vivo em nós e conosco, em um universo onde o tempo é a única unidade de medida aceita.

O filme cumpre o que promete, então não me decepcionei quanto a isto. A narrativa se passa em Taiwan e Paris e tem uma maneira peculiar para tratar a teoria da evolução, além de contar ainda com Morgan Freeman em seu elenco e eu achei o final tosco e ao mesmo tempo, intrigante. Foi inteligente!

Minha nota: 8

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